segunda-feira, 25 de maio de 2009

1ª Descida Globalviana por Águas Bravas

Teve lugar no passado Sábado (23/05/2009) a primeira descida de águas bravas dos Globalvianos.




Foi uma prova dura em que as condições climatéricas colocaram à prova todas as capacidades técnicas dos intervenientes.

Num dia que desde cedo se mostrou impróprio para a prática do remo, foi com grande coragem que um grupo restrito de aventureiros saiu do conforto do lar para levar a cabo uma aventura que os mais comodistas classificaram como "loucura".



Eram cerca das 6:30 da manhã de Sábado quando o grupo se reuniu junto às instalações da GV. Já cedo de podia sentir a animação e o espírito de grupo entre os aventureiros. Uma breve paragem para abastecimento e rumou-se para o clube náutico onde nos esperava o experiente N.G. com as embarcações.

Colocadas as embarcações nas viaturas e o grupo iniciou a sua viagem até terras alentejanas.

A primeira paragem deu-se na estação de serviço de Palmela, no entanto o objectivo principal seria fazer um desvio até Vendas Novas para um pequeno almoço típico da região, as conhecidas Bifanas de Vendas Novas.




Algumas bifanas depois e com muita animação à mistura, o grupo voltaram à estrada, onde apenas voltaria a parar já na Aldeia da Luz.





Uma viagem de cerca de 200 km, dos quais 199 foram feitos sob fortes chuvadas, não bastou para desmotivar o intrépido grupo.
Na chegada à Aldeia da Luz, o embarque revelava-se promissor pois o céu limpo e a total ausência de vento, inspiravam os aventureiros a molhar o remo. Colocadas as embarcações na água, era altura de delinear qual a melhor abordagem ao trajecto.

Nem os avisos de tempestade dados pelo helicopetro da Protecção Civil bastariam para demover os aventureiros da sua missão.




Foi após a chegada da L. e do seu amado que tudo se alterou. Como se de uma intervenção divina se tratasse, a barragem virou-se contra os aventureiros, castigando a sua ousadia com uma tempestade nunca antes vista na pacata aldeia alentejana. Ondas que chegaram a atingir os 15 metros, ventos com rajadas de 150 km/h e uma tempestade eléctrica digna de um filme hollywoodesco obrigaram ao cancelamento/adiamento da descida. Terá a L. ofendido de alguma forma os deuses da barragem? Fica a questão à qual apenas a própria poderá responder.


Apesar de desapontados com a sorte, os aventureiros nunca desanimaram e fizeram com que o resto do dia fosse extremamente animado para todos.

Uma paragem para admirar o paredão da barragem, fazia a despedida e foi já na aldeia de Alqueva que foi possível aquecer o estômago com um café, tomado entre as gentes locais.







É de realçar o furor que a nossa J.P. causou entre os nativos, tendo mesmo um dos senhores de receber assistência médica por paragem cardíaca.

Um lanche na aldeia de Portel fechou o convívio e os aventureiros rumaram a casa, onde lhes esperava um merecido banho quente e uma boa noite de sono.

Fica a promessa por parte de todos em repetir o evento numa altura em que as condições climatéricas sejam mais previsíveis.
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"Pior do que fracassar é ter medo de fracassar", by Homem Aranha em Spyderman

Um grande abraço a todos os que ousaram!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Sketch up Challenge 3D

Dada o entusiasmo que se verificou a volta do programa SKETCHUP vimos lançar este primeiro desafio para nos irmos ambientando e ganhando pratica.

Durante as priximas 2 (duas) semanas vamos pedirvos que desenvolvam o modelo de um MONITOR






o prazo de entrega é: 4 Março ás 11 horas

As regras basicas são:

- Para participar os modelos deve de ser feito o upload do ficheiro no Google Warehouse e partilhar o link.

- O modelo deve de ser criado unicamente no SketchUp

- O modelo deve de ser criado unicamente para este desafio, querendo dizer que deve de ser criado de raiz sem utilizar componentes existentes em blibliotecas de modelos Sketchup ou do Warehouse.


Boa sorte!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Etiqueta de WC

Ao que parece, este parece ser um assunto do maior interesse dos Globalvianos, por isso, resolvi postar um artigo que apanhei por aí num blogue da concorrência, mas que até está bem escrito.

"Vejo-me confrontado com relativa frequência na situação de fazer o meu xixi ou o meu cocó malandro num wc aberto ao público (logo, inevitavelmente, a pessoas com práticas higiénicas que desconheço e desconfio) e sinto-me na obrigação de partilhar algumas regras que fui elaborando ao longo dos anos e de experiências acumuladas do mundo dos sanitários públicos:

1 - escolher sempre um sanitário que, ou não tenha porta, ou que seja possível abrir com os pés (sentido duplo, portanto).

2 - no seguimento do número 1, nunca, mas nunca tocar numa porta com as mãos

3 - escolher o urinol mais afastado possível da entrada. No caso de alguém estar a utilizar um urinol, fazer os respectivos cálculos matemáticos para ficar no urinol mais distante desse sujeito (no sentido de evitar olhares curiosos). Se, por intervenção divina do Deus do Xixi, ocorrer uma situação em que muitos urinóis estão ocupados, centrar atenções nas sanitas.

4 - Ter um nível de cuidado suficiente para que o cinto ou calças ou qualquer parte do vestiário utilizado não toquem, ou raspem sequer, na porcelana do urinol. Caso aconteça, imediatamente lixo.

5 - Afastar os pés de modo a que circunscrevam um ângulo de 180º enquanto se utiliza o urinol

6 - No final, sacudir as vezes que acharem necessárias. Não há paneleirices de "mais de 4 sacudidelas já te estás a tocar..." e depois? quem são vocês para decidir o local ou hora especifica para eu me tocar? A minha vida sexual já é precária o suficiente para eu não aproveitar uma situação em que a mão já lá está!

7 - Relativamente às sanitas, ou tronos de porcelana como gosto de lhes chamar, muitas técnicas, esquemas, artimanhas e modos de agir há para o que se pode chamar o "cocó perfeito", aqui fica o conselho de alguém que se pode gabar de alguma experiência de vida no que toca ao assunto do cocó:

7.1 - Verificar sempre a quantidade de papel higiénico disponível em cada cubículo cagatório. Tentar possuir sempre um rolo completo. No que toca a merda, uma pessoa nunca sabe para o que vai...

7.2 - nunca escolher uma sanita com restos de merda ressequidos ou ainda a escorrer pela loiça...não se mistura dejectos pessoais com dejectos alheios

7.3 - fui, em tempos, ainda jovem inconsciente, um daqueles saudosos aventureiros que punha os pés em cima da loiça para efectuar a descarga excrementícia, sendo que o único contacto físico com a loiça em si era os ténis. Confesso que sempre gostei de fazer o cocó deste modo..até ao dia que vi uma imagem a circular na internet de uma rapariga que efectuava a evacuação deste mesmo modo, ligeiramente esventrada devido ao facto de a loiça se ter partido durante esse belo acto de libertação... abandonei de imediato esse modo de estar e adoptei o simples "cagar de pé", ou seja, flecte-se ligeiramente as pernas (e aqui realço a realização simultânea de exercício físico) e deixa-se sair tudo o que de mau temos dentro. De forma a completar esta posição, os cotovelos e a maior parte do antebraço deverão ser apoiados em toda a extensão da coxa.

7.4 - Não, não me esqueci, forrar SEMPRE a agua malvada que anseia diariamente pelo contacto com um qualquer esfíncter anal relaxado ou glúteos cheios de pelo. Ou, naqueles dias mesmo bons, uma bochecha curiosa com o que se está a passar.

7.5 - Evitar ter roupa vestida acima da zona de descarga anal. A merda é quente, os vapores sobem, os vapores entranham-se na roupa...a roupa fica a cheirar a merda..queremos evitar isso..

7.6 - relativamente à limpeza, dobra uma vez e fora. Muito perigoso andar a tentar fazer origami com papeis cheios de merda.

8 - a lavagem das mãos, torna-se complicada apenas nos locais onde ainda é necessário tocar nas torneiras. É então exigido mais um esforço mental de modo a estimar o tempo disponível para, com apenas um toque na torneira, passar por água, ensaboar e passar por água novamente.

9 - Relativamente à secagem das mãos, utilizar o cotovelo para activar o utensílio que bufa calor, evitando assim contactos manuais no pós lavagem.

10 - Para finalizar, de novo a questão da porta. Tocar numa porta é garantir a presença de excrementos, urina e resquícios de sémen alheio nas mãos. O que fazer? Já fiquei 5 minutos (não parece muito, mas acreditem que é) à espera, até que alguém tivesse necessidades fisiológicas urgentes de modo a se deslocar a local próprio para as aliviar. Espero que estes meus ensinamentos contribuam para melhores cocós espalhados por esse Portugal fora."

tirado de: http://estranhavida.blogspot.com/2008/06/no-wc10-coisas-importantes_13.html